Interior da Basílica de São Pedro no Vaticano
🌅 Interior da Basílica de São Pedro no Vaticano
Por Beto Marques- Janeiro de 2026
Destaques no Vaticano
Basílica de São Pedro no Vaticano
A Basílica de São Pedro foi construída na Colina do Vaticano, onde foi enterrado São Pedro.
Após 300 anos da morte de São Pedro, o Imperador Constantino mandou construir uma basílica.
No século XVI, O Papa Júlio II decidiu pela derrubada da antiga igreja e a construção de uma nova basílica, que é a atual basílica.
A Basílica de São Pedro tem uma capacidade para 200.000 pessoas e foi projetada pelos arquitetos: Donato Bramante, Sangallo, Rafael Sanzio, Michelangelo, Maderno e Bernini.
Estes são os temas abordados neste post sobre o Interior da Basílica de São Pedro no Vaticano:
EES e ETIAS: Taxa de Entrada Europa
Nave Central da Basílica de São Pedro
A Estátua de Bronze de São Pedro
O Baldaquino de Bernini e o Altar Papal
A Cátedra de São Pedro e a Glória do Espírito Santo
Como chegar aos Museus do Vaticano
Túmulo de São Pedro (Confessio)
Como visitar o Túmulo de São Pedro (Scavi Tour)?
Pietá de Michelangelo
Como chegar a Basílica de São Pedro no Vaticano
Transfers e Tours em Roma
Qual a melhor época para viajar a Roma
O melhor lugar para se hospedar em Roma
Assista vídeo: Interior da Basílica de São Pedro no Vaticano
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EES e ETIAS: Taxa de Entrada Europa
1. O que é o EES? (Gratuito)
O EES (Entry/Exit System) é o novo sistema de segurança nas fronteiras.
O que faz: Substitui o carimbo manual no passaporte. Ao chegar à Europa, você registra digitalmente seu rosto e impressões digitais em quiosques automáticos. Ele controla quem entra, quem sai e se a pessoa excedeu o tempo permitido (90 dias).
Tem taxa? Não. O EES é apenas um procedimento moderno de fiscalização.
Quando começa? O sistema já iniciou sua implementação gradual em outubro de 2025 e deve estar totalmente operante em todas as fronteiras até abril/maio de 2026.
2. A taxa de entrada (ETIAS)
O ETIAS (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem) é uma autorização de viagem (semelhante ao ESTA dos EUA) que brasileiros precisarão solicitar online antes de viajar.
Valor: Custará € 7,00 (euros) para pessoas entre 18 e 70 anos.
Quando começa a cobrança? A previsão atual é para o final de 2026 (provavelmente no último trimestre).
Recomendamos dois tours mais visitados em Roma: Visita guiada pelo Vaticano e Tour com primeiro acesso à Capela Sistina + Museus Vaticanos. Os Tours são com guias ou audioguias em português e a facilidade na forma de pagamento em Pix ou no cartão de crédito em parcelas pelo público brasileiro. O número de visitantes é limitado e outro fator importante, visitar os pontos turísticos sem entrar nas enormes filas das bilheterias.
Nave Central da Basílica de São Pedro
Ao cruzar as portas da Basílica, a primeira sensação é de emoção diante da grandiosidade da Nave Central da Basílica de São Pedro. Projetada por Carlo Maderno, a extensão da nave é projetada para direcionar o olhar do visitante imediatamente para o Altar Papal e o Baldaquino de Bernini ao fundo. Mas há detalhes incríveis pelo caminho que merecem atenção:
A nave central tem cerca de 45 metros de altura e 186 metros de comprimento. Uma curiosidade famosa é olhar para os querubins (os anjos que parecem bebês) segurando as pias de água benta logo na entrada: eles parecem pequenos à distância, mas têm mais de 2 metros de altura!
Se você olhar atentamente para o piso de mármore policromado enquanto caminha pela nave central, verá estrelas e nomes de outras igrejas famosas gravados em bronze no chão. O Vaticano fez isso para demonstrar a superioridade de tamanho de São Pedro. As marcações mostram onde terminariam outras grandes catedrais do mundo se fossem colocadas dentro da Basílica, como a Saint Paul de Londres, o Duomo de Milão e a Catedral de Florença. É uma comparação visual impressionante.
Nos pilares que sustentam a nave, observe os enormes nichos com estátuas. Elas representam os santos fundadores de diversas ordens religiosas e congregacões (como São Francisco de Assis, Santa Teresa de Jesus, entre outros), como se estivessem "segurando" a igreja.
A Estátua de Bronze de São Pedro
Caminhando pela Nave Central, pouco antes de chegar à imensa Cúpula, olhe para o lado direito. Você verá uma estátua de bronze escuro que contrasta com o mármore branco da basílica. Esta é a famosa Estátua de São Pedro, e há sempre uma pequena fila de fiéis diante dela.
A estátua é atribuída ao escultor Arnolfo di Cambio, e está situada na nave central, do lado direito, antes de chegar à cúpula.
O Ritual do "Pé Desgastado": Ao se aproximar, note que o pé direito da estátua está brilhante e polido, tendo até perdido o formato dos dedos. Isso não é um acidente, mas o resultado de séculos de devoção. A tradição diz que tocar ou beijar o pé de São Pedro é um ato de fé para pedir uma bênção especial e proteção, ou renovar a fidelidade à Igreja. Se você quiser participar, pode tocar o pé respeitosamente; é um momento único de conexão com a história do local.
Detalhes para observar: A estátua representa o Apóstolo Pedro sentado em um trono de mármore.
Mão Esquerda: Ele segura firmemente as Chaves do Reino dos Céus, símbolo da autoridade dada por Cristo.
Mão Direita: Está erguida com dois dedos levantados, no gesto antigo de bênção.
Os Olhos: A expressão de São Pedro é severa e solene, olhando para a frente, vigiando a nave da igreja.
O Mistério da Autoria: Por muito tempo acreditou-se que esta fosse uma estátua antiga do deus romano Júpiter, que teria sido "convertida" em São Pedro. Porém, estudos modernos confirmam que ela é uma obra medieval, provavelmente esculpida no século XIII por Arnolfo di Cambio.
O Dia em que a Estátua "Vira Papa": Se você visitar o Vaticano no dia 29 de junho (Dia de São Pedro e São Paulo) ou em 22 de fevereiro (Cátedra de São Pedro), verá algo raríssimo: a estátua é vestida com paramentos papais solenes! Colocam sobre ela um manto vermelho bordado a ouro, um anel no dedo e a Tiara Papal (Trirregno) na cabeça, transformando o bronze frio em uma figura viva e colorida.
O Baldaquino de Bernini e o Altar Papal
Caminhando em direção ao centro da igreja, logo abaixo da imensa Cúpula de Michelangelo, você encontrará a obra mais impressionante do interior da basílica: o Baldaquino de Bernini. É impossível não se espantar com sua altura; ele tem cerca de 29 metros, o equivalente a um prédio de 10 andares, mas dentro da imensidão da basílica, ele parece ter o tamanho perfeito.
Uma Obra-Prima do Barroco: Projetado pelo mestre Gian Lorenzo Bernini e inaugurado em 1633, o Baldaquino marca o lugar mais sagrado do Vaticano. Ele serve como uma cobertura monumental para o Altar Papal. O destaque são as quatro colunas salomônicas (torcidas em espiral). Diz a lenda que elas imitam as colunas do antigo Templo de Salomão em Jerusalém. Esse formato em espiral cria uma sensação de movimento ascendente, guiando o olhar do visitante do altar para a cúpula e para o céu.
A Polêmica do Bronze (O "Roubo" do Pantheon): Uma das curiosidades mais famosas sobre esta obra é a origem do material. Para conseguir a enorme quantidade de bronze necessária para fundir o Baldaquino, o Papa Urbano VIII ordenou a retirada das vigas de bronze do pórtico do Pantheon de Roma.
O Altar Papal: Logo abaixo do Baldaquino está o Altar Papal. Ele é feito de um único bloco de mármore grego. Apenas o Papa (ou um cardeal com permissão especialíssima) pode celebrar missas neste altar. A localização não é aleatória: o altar está posicionado exatamente na vertical sobre o Túmulo de São Pedro, que fica na necrópole, vários metros abaixo do chão. Ou seja, a estrutura conecta o túmulo do apóstolo (fundação) ao céu (cúpula).
A Cátedra de São Pedro e a Glória do Espírito Santo
Olhando através das colunas do Baldaquino, no fundo da abside da Basílica, você verá uma explosão de luz dourada e bronze. Ali está a Cátedra ou Cadeira Pontifícia de São Pedro (Cathedra Petri), outra obra-prima monumental de Gian Lorenzo Bernini, finalizada em 1666.
Diferente do que muitos pensam, aquilo não é apenas uma escultura, mas um enorme relicário (um cofre para guardar relíquias).
O Trono de Bronze e a Relíquia: A peça central é um imenso trono de bronze flutuando no ar. Dentro deste trono de bronze, Bernini encapsulou uma relíquia preciosa: uma antiga cadeira de madeira e marfim. A tradição dizia que esta era a cadeira onde o próprio São Pedro se sentava para pregar. Estudos modernos indicam que a cadeira de madeira provavelmente foi um presente do rei Carlos, o Calvo, ao Papa no século IX, mas ela continua sendo o símbolo máximo da autoridade do Papa como sucessor de Pedro.
Abaixo do trono, você verá quatro estátuas gigantescas de homens segurando a Cátedra. Eles representam os teólogos que uniram o mundo cristão:
Dois da Igreja Latina (Ocidente): Santo Ambrósio e Santo Agostinho (os que usam mitra na cabeça).
Dois da Igreja Grega (Oriente): Santo Atanásio e São João Crisóstomo (com a cabeça descoberta). Bernini esculpiu as figuras de modo que elas mal tocam a cadeira, sugerindo que o trono se sustenta pelo poder divino, não pela força humana.
O Vitral do Espírito Santo: Acima da cadeira, rodeado por uma nuvem de anjos dourados e raios de luz, está o famoso vitral oval. Uma curiosidade técnica: ele não é feito de vidro comum, mas de alabastro, uma pedra translúcida que filtra a luz solar e cria aquele tom âmbar/dourado mágico que ilumina o fundo da igreja, especialmente ao pôr do sol. No centro do vitral está a Pomba do Espírito Santo. Embora pareça pequena lá de baixo, a envergadura das asas da pomba tem cerca de 1,75 metros. É a representação visual de que o Espírito Santo guia a Igreja através da Cátedra de Pedro.
Túmulo de São Pedro (Confessio)
O Confessio (Confissão) é o local situado diante do altar-mor, fica exatamente abaixo da Cúpula de Michelangelo e do Baldaquino de bronze de Bernini.
É uma área aberta em forma de ferradura, cercada por uma balaustrada, permitindo que os fiéis no andar principal olhem para baixo, em direção ao túmulo do Apóstolo.
Dentro da área rebaixada, destaca-se a estátua de mármore do Papa Pio VI, retratado de joelhos em oração eterna diante do túmulo.
No centro da Confessio está o Nicho dos Pálios (Niche of the Pallia), um nicho dourado protegido por um portão de bronze e ao fundo do nicho, há um mosaico de Cristo Pantocrator (Cristo Todo-Poderoso).
Abaixo do mosaico, há uma urna de prata que contém os Pálios (faixas de lã branca com cruzes pretas). Estes pálios são abençoados pelo Papa e entregues aos novos Arcebispos Metropolitanos como símbolo de sua autoridade e união com a Santa Sé.
O nicho em si não contém os ossos de São Pedro. Ele marca a parede vertical por trás da qual, enterrados profundamente no solo e acessíveis apenas pelas escavações arqueológicas (Necrópole), encontram-se os restos mortais do Apóstolo.
Durante séculos, a presença dos ossos era baseada na fé. No entanto, entre 1939 e 1950, o Papa Pio XII ordenou escavações secretas sob o altar. Em um pedaço de gesso, foi encontrada a inscrição grega Petros Eni ("Pedro está aqui" ou "Pedro em paz").
Foram encontrados ossos de um homem de 60-70 anos, de constituição robusta, envoltos em tecido púrpura e fios de ouro, datados do século I. Em 1968, o Papa Paulo VI anunciou oficialmente que as relíquias de São Pedro haviam sido identificadas de forma convincente.
Como visitar o Túmulo de São Pedro (Scavi Tour)?
Diferente da visita às Grutas Vaticanas, que é gratuita e fica logo abaixo do chão da Basílica e o Scavi Tour (Preço: Custa aproximadamente €13,00), que desce mais um nível, chegando ao solo original do século I.
Você caminha por uma antiga cidade dos mortos romana (ruas e mausoléus pagãos/cristãos incrivelmente preservados) até chegar exatamente embaixo do Altar Papal, onde verá o Túmulo de São Pedro e, através de uma fresta, os ossos identificados como sendo do apóstolo.
Duração: Cerca de 1h30.
Grupo: Máximo de 12 pessoas por vez, sempre com guia especializado (padre ou arqueólogo).
Este é um dos ingressos mais difíceis de Roma, pois apenas cerca de 250 pessoas por dia são autorizadas a entrar.
Antecedência: Você deve tentar reservar com 3 a 6 meses de antecedência.
Onde reservar: através de e-mail: Envie um pedido para scavi@fsp.va ou no Site Oficial do Vaticano e preencha o formulário: Reserva sua visita à Necrópole
Pietá de Michelangelo
A Pietá de Michelangelo é a mais famosa escultura de Michelangelo. Ela está na primeira capela à direita, logo que entramos na Basílica. A próxima capela ao lado, está os restos mortais do Papa João Paulo II.
Esculpida quando Michelangelo tinha apenas 24 anos, retrata a Virgem Maria segurando o corpo de Jesus após a crucificação.
Observe como o mármore parece carne real sob a mão de Maria e a complexidade das dobras das vestes. A serenidade no rosto de Maria (que parece muito jovem para ter um filho de 33 anos) simboliza sua pureza imaculada.
É a única obra que Michelangelo assinou (a assinatura está na faixa que cruza o peito de Maria). Hoje, fica protegida por um vidro à prova de balas devido a um ataque sofrido em 1972.
Como chegar a Basílica de São Pedro no Vaticano
1. Metrô (A Opção Mais Comum)
O metrô é rápido e evita o trânsito de Roma.
Linha: Pegue a Linha A (Laranja).
Estação de Descida: Desça na estação Ottaviano.
O Caminho: Ao sair da estação, siga a multidão ou as placas "San Pietro". Você caminhará pela Via Ottaviano por cerca de 10 a 15 minutos em linha reta até ver os muros do Vaticano e a Colunata da Praça.
2. Ônibus (Direto do Centro/Termini)
Se você estiver perto da Estação Termini ou da Piazza Venezia, o ônibus pode deixar você mais perto do que o metrô.
Linha 64: É a mais famosa (e a preferida dos batedores de carteira, então atenção redobrada com bolsas). Ela sai de Termini e para bem perto da Praça (parada Cavalleggeri/S. Pietro).
Linha 40 (Expressa): Faz menos paradas que o 64. Desça na parada Traspontina/Conciliazione ou no final da linha e caminhe pela Via della Conciliazione (a avenida larga que dá de cara para a Basílica).
3. A Pé (A Rota Cênica)
Se você já estiver no centro histórico (perto da Piazza Navona ou Panteão), vá caminhando.
Rota: Vá até o Rio Tibre e atravesse a Ponte Sant'Angelo (aquela cheia de estátuas de anjos, em frente ao castelo redondo).
Ao cruzar a ponte, vire à esquerda na Via della Conciliazione. Você terá a vista mais bonita e fotogênica da Basílica se aproximando aos poucos.
4. Táxi
Táxi: É uma opção confortável. Peça para descer na Piazza Pio XII ou no início da Via della Conciliazione. Eles não podem entrar na Praça de São Pedro em si. O custo saindo do centro de Roma gira em torno de €25.
Como chegar em Roma saindo do Brasil
A principal porta de entrada para quem viaja do Brasil para a Itália é o Aeroporto Internacional Leonardo da Vinci (Fiumicino – FCO), o maior de Roma.
Voos Diretos: A maneira mais rápida é saindo do Aeroporto de Guarulhos (GRU), em São Paulo. Atualmente, companhias como a ITA Airways e a LATAM oferecem voos diretos para Roma, com duração média de 11 a 12 horas.
Voos com Conexão: Para quem sai de outras cidades (como Rio de Janeiro, Brasília ou capitais do Nordeste), a opção mais comum é fazer uma conexão em hubs europeus. As rotas mais frequentes são via Lisboa (TAP), Paris (Air France), Madri (Iberia) ou Amsterdã (KLM).
Ao desembarcar em Fiumicino, você estará a aproximadamente 30 km do centro histórico da cidade.
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Transfers e Tours em Roma
Ônibus - Aeroporto de Fiumicino a Roma
Se você aterrissar no Aeroporto de Fiumicino e quer chegar ao centro de Roma de forma fácil e rápida, este serviço de transporte irá levá-lo a Estação Termini, perto dos principais monumentos. O ônibus Sit Bus Shuttle também é uma opção ideal para voltar ao Aeroporto de Fiumicino no final da sua viagem
A duração do trajeto é de 45 minutos, aproximadamente.
Ônibus do Aeroporto de Fiumicino a Roma
Trem - Aeroporto de Fiumicino a Roma
Trem do Aeroporto de Fiumicino a Roma de alta velocidade de 1ª classe, sem interrupções ou problemas, entre Aeroporto Fiumicino a Estação Termini de Roma em apenas 32 minutos. Embarque ou desembarque do trem facilmente com a estação de trem dentro do aeroporto.
Trem do Aeroporto de Fiumicino a Roma
Ônibus - Aeroporto de Ciampino a Roma
Se você aterrissar no Aeroporto de Ciampino e quer chegar ao centro de Roma de forma fácil e rápida, este serviço de transporte irá levá-lo a Estação Termini, perto dos principais monumentos. O ônibus Sit Bus Shuttle também é uma opção ideal para voltar ao Aeroporto de Ciampino no final da sua viagem
A duração do trajeto é de 40 minutos, aproximadamente.
Se você aterrissar no Aeroporto de Ciampino e quer chegar ao centro de Roma de forma fácil e rápida, este serviço de transporte irá levá-lo a Estação Termini, perto dos principais monumentos. O ônibus Sit Bus Shuttle também é uma opção ideal para voltar ao Aeroporto de Ciampino no final da sua viagem
A duração do trajeto é de 40 minutos, aproximadamente.
Aeroporto de Ciampino - Transfers Bus em Roma .
Ônibus - Aeroporto de Fiumicino - Terminal de Cruzeiros
Ônibus do Aeroporto de Fiumicino a Civitavecchia
Ônibus de Civitavecchia a Roma
Ônibus de Civitavecchia ao Aeroporto de Fiumicino
Qual a melhor época para viajar a Roma?
A melhor época para viajar a Roma, para muitos turistas são a primavera, abril a junho, e o outono, setembro a outubro. Durante esses períodos, o clima é mais ameno, com temperaturas agradáveis que permitem longos passeios ao ar livre sem o incômodo do calor extremo do verão.
Essas estações tendem a ser menos lotadas do que o pico do verão, proporcionando uma experiência mais tranquila nos pontos turísticos, como o Coliseu e o Vaticano.
É também uma época em que a cidade ganha vida com eventos culturais e a beleza das flores primaveris ou das folhas outonais.
Se a intenção é evitar multidões e aproveitar tarifas mais baixas, o inverno também pode ser uma boa opção, embora o clima seja mais fresco e alguns dias possam ser chuvosos.
Visto - brasileiro não precisa de visto para visitar a Itália
Moeda - Euro
Idioma - Italiano
Fuso horário - quatro horas â frente do horário de Brasília
O melhor lugar para se hospedar em Roma
Centro Storico (Panteão, Piazza Navona, Campo de' Fiori):
Para quem é: Quem vai pela primeira vez e quer fazer tudo a pé.
É o centro pulsante de Roma. Você estará a passos das atrações mais famosas. É charmoso, romântico, mas pode ser mais caro e cheio.
Trastevere:
Para quem é: Amantes de gastronomia e vida noturna.
Boêmio, com ruas de paralelepípedos e heras nas fachadas. À noite, o bairro ganha vida com bares e restaurantes incríveis. Fica do outro lado do rio, mas ainda próximo ao centro.
Monti:
Para quem é: Jovens, casais e quem curte um ambiente "hipster" e artístico.
Fica colado ao Coliseu. É uma mistura perfeita entre o antigo e o moderno, cheio de galerias de arte, brechós e cafés.
Prati (Vaticano):
Para quem é: Famílias e quem busca elegância e tranquilidade.
Ruas largas, compras de luxo e proximidade com a Basílica de São Pedro. É mais organizado e menos caótico que o centro histórico.
Termini / Esquilino / Castro Pretorio:
Para quem é: Quem prioriza mobilidade (trens e metrô) e custo-benefício.
É a região da estação central. Embora algumas partes imediatas da estação sejam agitadas demais, há hotéis "boutique" excelentes e modernos nas ruas adjacentes.
Recomendamos sempre fazer a reserva do hotel com muita antecedência, para conseguir as melhores tarifas e os melhores hotéis.
Interior da Basílica de São Pedro no Vaticano
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